Acupuntura é ato médico?

Mais informações sobre Acupuntura e ato médico da COFFITO – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional

About these ads
Esse post foi publicado em Destaque, Reflexões e marcado , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Acupuntura é ato médico?

  1. FARNEY disse:

    Acupuntura não é só ato medico regulamentada por lei
    A prática da acupuntura não é de exclusividade médica mesmo com a decisão do Tribunal Federal da 1ª Região (TRF-1), divulgada na semana passada. a prática da acupuntura ainda não possui regulamentação legal. afirmo que a decisão do TRF-1 não é definitiva e que profissionais de outras áreas que também utilizam da acupuntura, como psicólogos,fisioterapeuta ,farmacêuticos,acupunturista tradicional,etc.. não precisam interromper suas atividades. A discussão sobre a prática da acupuntura se alastra desde 2001, quando o Conselho Federal de Medicina (CFM). o Tribunal Regional não tem o poder de anular uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que em 1987 assegurou à categoria o direito de exercer a acupuntura. “Esta decisão é superior à do TRF”. há um interesse econômico da classe médica em tentar garantir a exclusividade da prática da acupuntura no país. “Anteriormente, muitos médicos combatiam a aplicação de acupuntura alegando que era uma coisa de charlatão.
    A acupuntura é uma prática milenar, oriunda da China, tendo chegado ao Brasil a quase 100 anos (1908) trazida por técnicos orientais e europeus, e difundiu-se pela transmissão informal de conhecimentos e técnicas, passados de pais para filhos, e de mestres para alunos, tal como acontece na China há cinco mil anos.
    Entre os brasileiros, o professor Frederico Spaeth foi considerado o precursor. Ele começou a praticar a acupuntura em 1950. Em 1972 fundou a Associação Brasileira de Acupuntura, onde ministrou os primeiros cursos de formação de acupunturistas, os quais eram frequentados por médicos e não médicos. Vale lembrar que, Professor Frederico Spaeth não era médico e formou os primeiros acupunturistas brasileiros.
    Outrossim, se os primeiros acupunturistas brasileiros médicos ou não, aprenderam acupuntura com não médicos, como podemos dizer que. a acupuntura é exclusividade médica, se isto fosse verdade os acupunturistas médicos que aprenderam com não médicos não poderiam exercer.
    O Conselho Federal de Medicina, assim como todo e qualquer conselho profissional, não tem poder de legislar sobre profissões mas tão somente o poder de fiscalizar as atividades Profissionais das pessoas físicas e jurídicas pertinentes à circunscrição de suas respectivas esferas específicas de atribuição.
    O ato do Conselho Federal de Medicina declarando a acupuntura especialidade médica é inusitado e carente de amparo legal, além de configurar arbitrariedade, corporativismo e usurpação de determinada categoria em detrimento de outra.E o mais curioso ainda é que a grade curricular da formação do médico não possui a matéria “acupuntura”.

    Salienta-se, outrossim, que, em matéria de interpretação de Leis Federais e em matéria de cunho Constitucional, os órgãos competentes para a última palavra são: Superior Tribunal de Justiça – STJ e Supremo Tribunal Federal – STF, razão pela qual a atual situação dos profissionais que exercem a Acupuntura, não há de sofrer qualquer alteração. Considerando também que a UNESCO definiu a acupuntura como patrimônio de humanidade, o CFM não pode alterar os conceitos de diagnóstico de acupuntura, para incorporá-la ao escopo da medicina brasileira.
    A decisão judicial ainda ratifica que acupuntura é uma prática livre no Brasil invocando para isso o artigo quinto da Constituição Federal. a avaliação dos pacientes, guiada pela racionalidade médica chinesa, envolve um conjunto de técnicas diferente. “Existe uma incompatibilidade da medicinal ocidental com a visão de mundo da medicina chinesa. As técnicas e os termos utilizados são diferentes. Por exemplo, os diagnósticos feitos pela medicina chinesa tratam das síndromes energéticas, cujos índices são conhecidos com yin e yang”, explico
    A nossa Carta Magna em seu artigo 5, dispõe que:
    II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
    XII – é livre o exercício de qualquer trabalho, oficio ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a leiestabelecer; (grifo 110550)
    XXXVI – a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;
    E a última palavra são do Superior Tribunal de Justiça – STJ e Supremo Tribunal Federal – STF.
    CONSIDERAÇÕES FINAIS: NÃO PODEMOS GENERALIZAR OS MÉDICOS POR ESTA AÇÃO DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA E SEUS ATOS! TEMOS MÉDICOS VALOROSOS QUE DEDICAM AQUILO PARA O FOI FORMADOS ! E QUE NÃO TEM TEMPO PRA CORRER ATRÁS DESTAS PICUINHAS, POIS ESTÃO SALVANDO VIDAS,VISTO QUE PRECISAMOS DE MAIS MÉDICOS VALOROSOS ,POIS VIVEMOS NUM PAIS CARENTE DESTES PROFISSIONAIS

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s